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Pele - quanto mais jovem… melhor

Ao contrário do vinho do Porto, o passar do tempo traz dissabores à pele.
E se lhe dissermos que hoje em dia já é possível travar o envelhecimento que lhe é ditado pelo apagar das velas do bolo?
Faça a prova.

Pele - quanto mais jovem… melhor

Rugas, flacidez, manchas, pele baça, fazem parte do aspecto visual do envelhecimento, que pode ser acelerado por factores que vão desde a predisposição genética à exposição solar. Com o passar dos anos, a pele vai perdendo elasticidade e permeabilidade, enquanto que o enfraquecimento dos vasos sanguíneos faz com que esta se torne mais sensível e reduza a sua capacidade de regeneração. Observa-se ainda uma redução da quantidade de melanócitos, enquanto que os que se mantêm aumentam de tamanho, provocando o aparecimento de sardas e manchas escurecidas nas zonas mais expostas ao sol, nomeadamente nas peles mais claras, pois estas contêm menos melanina, substância que confere o pigmento à pele e a ajuda a proteger-se.

Pele flácida e enrugada:
Sinais da Hormona do Crescimento
Os suspeitos do costume já conhece: tabaco, poluição, dietas ricas em gordura e fritos, stresse e desidratação podem contribuir e acelerar o envelhecimento da pele. Os estudos mais recentes acrescentam o papel crucial de um outro interveniente no processo: a Hormona do Crescimento (H.C.). Segregada na hipófise, esta hormona é a responsável pelo crescimento na infância. A maior produção dá-se na adolescência, e, a partir dos 20 anos, cai progressivamente, chegando a atingir diminuições de 75% aos 60 anos. Um declínio que está associado, entre outros efeitos, a um aumento de gordura, menos energia, problemas articulares, diminuição da densidade do cabelo e unhas, e que explica que as crianças e adolescentes, ao contrário dos mais velhos, tenham naturalmente uma pele mais macia e jovem, pois trata-se da fase da vida que regista os níveis mais elevados da H.C.
Por isso, uma das formas mais eficazes de retardar o envelhecimento é actuar sobre os níveis desta hormona, através de suplementos específicos. Sendo indirectamente responsável pelo crescimento e rejuvenescimento das nossas células e tecidos, quando estimulada, a H.C., não só actua sobre a beleza (unhas, rugas), como também nos proporciona outros benefícios da juventude: melhora a qualidade do sono, a memória, o estado de ânimo e o desempenho sexual. Ou seja, pode melhorar a saúde.

Como envelhecemos?
Estamos geneticamente programados para viver um máximo de 120 anos. Mas os danos celulares, sobretudo a partir dos 30, encurtam o número e aceleram a chegada dos sinais do envelhecimento. É sobre eles que a hormona do crescimento pode actuar.

1 - Pele Enrugada
Com o passar do tempo, a pele vai ficando mais frágil, menos flexível, enrugada e com manchas mais escuras.

2 - Ouvidos menos atentos
A tendência é ir deixando de ouvir as tonalidades mais agudas (presbiacusia).

3 - Gordura: concentração na barriga
A proporção da gordura aumenta com o envelhecimento, mudando a forma como se distribui no corpo: na mulher, tende a concentrar-se nas coxas e nádegas; no homem, na região abdominal (barriga).

4 - Músculos encolhidos
A perda de massa muscular é especialmente agravada se seguir um estilo de vida sedentário.

5 - Ossos frágeis
A progressiva diminuição do conteúdo mineral dos ossos torna-os menos densos e mais frágeis, o que reduz a flexibilidade.

6 - (Menos) Cabelos
O processo de crescimento é mais lento, o folículo piloso atrofia e os cabelos ficam brancos. Nos homens, a queda é mais evidente (alopecia).

7 - Cérebro "mais deprimido"
Para além da perda de memória, é possível que o envelhecimento venha acompanhado de uma diminuição dos níveis de dopamina, um neurotransmissor produzido em várias zonas do cérebro, ligado à depressão e ao prazer.

Sistema imunitário: Jogue à defesa
Está provado que uma exposição prolongada aos radicais livres acelera o processo de envelhecimento. Mas não só. Se não combater estas toxinas com antioxidantes, o seu sistema imunitário pode ficar debilitado, mais propenso a doenças, e apresentar uma redução mais rápida da função de alguns órgãos, como os rins e o fígado.

Revista "EcoNews" Nº 11

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