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Sexo é saúde

Qual é a actividade, qual é ela, que queima calorias, melhora a circulação, alivia a dor, tonifica os músculos, atenua a depressão, rejuvenesce, que usa equipamento pré-existente e é absolutamente grátis? Resposta: o SEXO!

Sexo é saúde

O sexo é legal, não engorda, não obriga a pagamento de quotas e pode ser o melhor sucedâneo da receita médica.

Com efeito, cada vez há mais provas de que o sexo, sobretudo a actividade sexual regular com um parceiro afectuoso, proporciona benefícios emocionais e psicológicos à saúde. O Dr. John Bancroft, psiquiatra e director do Instituto Kinsey de Investigação do Sexo, do Género e da Reprodução, de Bloomington, Indiana, diz que não há dúvidas quanto a isso. «Ter uma relação sexual íntima, compensadora e agradável é bom para toda a gente.»

A terapeuta matrimonial e sexual Kristina Towill, de Kelowna, na Colúmbia Britânica, diz que o acto físico em si traz benefícios, mas que é o envolvimento de uma relação afectuosa que multiplica largamente esses benefícios. «O sexo no contexto de uma relação apoia a saúde mental e o bem-estar emocional, quer dos homens, quer das mulheres. Está provado que os casais sexualmente activos são mais felizes do que os que o não são», diz Towill.

Vinte Minutos de Exercício físico
O sexo pode corresponder muito mais a um exercício físico do que se pensava. O Dr. Jay Lee é urologista em Calgary e interessa-se especialmente pela medicina sexual para homens, mulheres e casais. «Podemos afirmar que para os homens a energia dispendida durante o acto sexual equivale a um jogo de golfe em que ele transporta os seus próprios tacos», diz ele.
E as mulheres? Algumas tabelas de perda de calorias indicam que uma mulher canadiana com um peso médio de 65 kg queima durante 20 minutos de sexo moderado cerca de 90 calorias, mais do que numa caminhada de 20 minutos ou num passeio de bicicleta e quase tanto como numa partida de ténis.
Como qualquer exercício, o sexo pode aumentar o ritmo respiratório, fortificar os músculos, facilitar a circulação e melhorar os níveis de colesterol. Também aumenta o ritmo cardíaco, e é cada vez mais forte a correlação entre a frequência sexual e as doenças cardíacas, diz o Dr. Richard Casey, urologista de Oakville, Ontário, e editor do Journal of Sexual and Reproductive Medicine (Revista de Medicina Sexual e Reprodutiva).
Um estudo escocês acompanhou 900 homens entre os 45 e os 59 anos ao longo de 10 anos. Quando comparados com os que tinham dois ou mais orgasmos por semana, os que tinham menos orgasmos apresentavam o dobro do risco de morte por doenças cardiovasculares e outras causas.

Hoje estou com dor de cabeça, querido
Faça sexo até uma hora depois de ter começado a sentir uma enxaqueca e talvez a dor lhe passe completamente. De 34 mulheres submetidas a um estudo no Illinois, 11 experimentaram um alívio completo ou parcial das enxaquecas depois de terem sexo com orgasmos.
Outros estudos descobriram que o sexo pode aliviar as cólicas menstruais e a dor artrítica. Supõe-se que desencadeia a libertação de uma endorfina no cérebro que vai actuar como bloqueadora da dor. Já nas enxaquecas, é a serotonina libertada durante o orgasmo que vai constringir os vasos sanguíneos do cérebro que estavam a provocá-la. «O aumento de endorfinas dura por um período calculado entre uma e três horas», diz Lee.

A alegria do sexo
Não é preciso nenhum estudo para se saber que a intimidade sexual com um parceiro que se ama faz toda a gente sentir-se muito melhor consigo própria. «Não sou a figura do mês da Playboy, mas é o meu corpo e, raios, a coisa até funciona», diz a orientadora e conselheira sexual Sue Johanson, apresentadora do programa de televisão «Sunday Night Sex Show». A terapeuta e escritora Sue McGarvie, de Otava, acrescenta que com o sexo «uma pessoa se sente mais confiante no seu corpo e tem menos probabilidades de ter problemas com a imagem corporal».
O sexo agradável alivia as tensões do dia-a-dia. Uma mulher de Montreal cujo marido está muitas vezes ausente por motivos profissionais diz: «Fico muito nervosa se ele estiver fora durante uma semana, o que me provoca irritação e ansiedade.» Desde que o marido regressa, a descompressão sexual cria uma imediata sensação de bem-estar.

Hormonas saudáveis
O nosso corpo parece gostar de rotinas, como a das horas certas para as refeições e para ir para a cama. Uma série de estudos norte-americanos descobriu que as mulheres que fazem sexo pelo menos uma vez por semana têm mais probabilidades de ter ciclos menstruais regulares, menos problemas de infertilidade e uma menopausa mais fácil do que as mulheres que praticam sexo irregularmente ou nunca.
O sexo regular durante muitos meses ou mesmo um ano antes da concepção pode levar a uma gravidez mais segura. Segundo uma investigação de 2002 de biólogos da reprodução da Universidade de Adelaide, na Austrália, este ritmo ajuda a descontrair as defesas naturais da mãe, reduzindo o risco de aborto ou de nados-mortos. Estudos precedentes efectuados sobre mais de 1000 mulheres de Guadalupe descobriram que as que tinham tido sexo com o pai do bebé durante quatro meses ou menos antes de engravidarem corriam oito vezes mais o risco de pré-eclampsia, um problema da pressão arterial que pode ser fatal, do que as que tinham tido sexo com o pai do bebé pelo menos durante um ano.

Fonte de Juventude
Um vida sexual gratificante rejuvenesce de muitas formas. «A actividade sexual regular pode combater ou retardar as alterações na mulher relacionadas com a idade», diz ainda a terapeuta sexual Kristina Towill. «Aumenta o fluxo sanguíneo para os órgãos genitais e pode evitar a perda de elasticidade e a secura dos tecidos.»
Também contribui para melhorar o aspecto. Um estudo escocês relatou que as pessoas que têm sexo pelo menos três vezes por semana dentro do contexto duma relação afectiva parecem mais de 10 anos mais novas que a maior parte das que praticam sexo apenas duas vezes por semana. Uma mulher de 55 anos de Toronto, cujo parceiro lhe disse que depois do sexo ela parecia mais jovem, verificou recentemente a teoria dele olhando-se ao espelho. «Não podia acreditar no que os meus olhos viam», diz ela. «Achei-me vinte anos mais nova. Tinha os olhos mais brilhantes, a pele mais macia, toda eu estava mais resplandecente. O sentimento agradável é real.»
Um estudo de 2003 da Universidade de Calgary descobriu que a actividade sexual desencadeia o crescimento de novos neurónios no cérebro. Até ver, a experiência apenas se fez com ratos, mas as implicações para os seres humanos com danos cerebrais provocados por enfartes ou pelas doenças de Parkinson ou de Alzheimer são optimistas.

A mais recente relação
«O sexo é o elo de ligação que proporciona a cumplicidade emocional única nas relações maritais», diz Towill. Os membros de um casal que deixe de praticar sexo não tardarão a sentir-se como companheiros de quarto ou irmãos e, por arrastamento, a entrar em quezílias e discussões. Um estudo britânico revelou que todos os casais que se ofereceram como voluntários para se absterem de sexo durante três meses começaram a ter problemas de relacionamento.
NÃO HÁ DÚVIDAS DE QUE O SEXO bom é bom para todos. O desafio, diz a Dra. Marjon Blouw, uma médica de família de Winnipeg, com interesse especial pela medicina sexual, é fazer da actividade sexual agradável uma prioridade. «E se eu começasse a prescrevê-la nas receitas?», especula ela.

Marcia Kake. «HomeMakers Magazine» (Outubro de 2003), Toronto, Ontario.
"in Selecções do Reader's Digest";
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